sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Assim é o amor...




















O amor é como aquela rosa
Que cuidamos,
Que cultivamos.

O amor é como aquela semente
Que nos dedicamos,
Que nossa esperança depositamos.

O amor é como aquela rosa!
O nosso cuidado
E cultivo
Permite seu crescimento.
Mas, as variáveis do tempo
Agridem e machucam
Fazendo com que as pétalas caiam.

Assim é o amor...
Cresce com o cuidado
E cultivo
Entretanto, senti as dores
Das tempestades
Causadas pelas adversidades do tempo.

A amor é como aquela semente!
Que nos dedicamos
Mesmo não enxergando
Os seus frutos.

O amor é como aquela semente!
Que nossa esperança depositamos
Mesmo sendo
Invisível aos nossos olhos.

Assim é o amor...

Rafaella Silveira Sucupira da Costa.

(Poesia dedicada a minha querida família:
Rosângela, Flávia e Victor.
Obrigada por todo o amor que a mim dedicam!!!
Obrigada por esse amor maior que minhas fraquezas e limitações!
Obrigada mais uma vez por esse amor incondicional!!!)

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Quem sou eu?






















Vivemos na era da globalização, do avanço tecnológico no qual as pessoas podem se comunicar umas com as outras, em longa distância, com grande facilidade e acabam atribuindo esse avanço à televisão, aos computadores, aos celulares, aos aviões, carros, navios e por fim esquecem de mim. Sim, esquecem da minha grande contribuição na aceleração da comunicação, da revolução que ocorreu na história, na antiguidade e até mesmo em nossos dias por me inventarem. É!!!! parece que as pessoas deste século não valorizam muito as grandes realizações culturais porque analisam a vida de forma meio equivocada. Se acham melhores do que os antigos povos, acham que as suas realizações, descobertas são melhores, mais grandiosas. É isto! ... ah! São NOVAS!!!! Parece que eles só valorizam o novo. - O que são as coisas da antiguidade comparadas com o nosso desenvolvimento, a tecnologia, as novidades de nosso século!? dizem e pensam eles. E acabam esquecendo que se não fossem as antigas descobertas...hummmmm, pode até parecer pretensão de minha parte, mas se não tivessem me inventado não haveria todo esse desenvolvimento. Como os carros, as bicicletas, as motos, os aviões iriam se locomover? Como os relógios, os computadores, as máquinas de lavar roupas, os aparelhos de som iriam funcionar? Até mesmo as nossas brincadeiras não seriam as mesmas. Bem, acho que eu não tive só importância para os povos antigos. Estou vendo que mesmo não falando muito de mim desempenho um importante papel neste presente século.

Será que já sabem quem sou eu? Vou dar mais uma dica: Olha! seu eu não tivesse sido inventada, ha! ha! ha! vocês teriam que continuar fazendo, por exemplo; como os sumérios, que utilizavam trenós puxados por bois ou outros animais.

Temos que reconhecer que eu, a RODA, sou fundamental! Não apenas tive minha importância no passado, mas, continuo tendo ainda hoje.


Rafaella Silveira Sucupira da Costa.




sábado, 9 de julho de 2011

In-Culto



















O que falta no Culto

Tem no Inculto...

O que falta no Inculto
Tem no culto...

O que falta no culto
E tem no inculto
É o "In".

E o que falta no inculto
E tem no culto
É a cultura.

Rafaella Silveira Sucupira da Costa.

A bola azul























A bola azul

É azul.
Mas, qual azul?

É azul
A bola azul.
Mas, qual azul?

Mas, qual azul?
A bola azul?
É azul?

Rafaella Silveira Sucupira da Costa

segunda-feira, 27 de junho de 2011

Bemtevi*




















Bem-te-vi
Bem te vi.

Bem te vi
Bem-te-vi.

"bem-te-vi, bem-te-vi..."
Bem-te-vi
Bem te vi.


Rafaella Silveira Sucupira da Costa. 27-06-11

sábado, 18 de junho de 2011

Tálento*
























Talento

Tá lento.

Se tá rápido
Não tá lento.

E se não tá lento
Não é Talento.


Rafaella Silveira Scupira da Costa.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Palavras, palavras, palavras...























Há aqueles que dizem e prometem...
E há aqueles que lutam com ações e práxis.

Aqueles que tanto dizem esquecem de fazer
Aqueles que prometem nunca cumprem...

Mas há quem lute, em silêncio,

Sem esquecer de:
Fazer;
Demonstrar;
De amar;

De se entregar...

Mas, nem sempre aquele que tanto fala
Consegue ouvir os gestos de amor daquele que estar ao seu lado.
Pois, prefere
Palavras, palavras, palavras...
Palavras essas que ecoam vazias,
Pois não têm força de ação.

Talvez por tanto dizer,
Tanto falar
Não tenhas conseguido ouvir
O olhar de amor daquela que, sempre, esteve ao seu lado.
E que sempre o amou.


Ao invés de jurar Amor Eterno...
Que logo cedo esmorece.
Amou,
Simplesmente amou.

Talvez...
Aquele que tanto fez promessas
Não tenha percebido que aquela que esteve, sempre, ao seu lado
Sempre dissimulara as promessas que nunca foram cumpridas.

Não seria isso prova prova de amor?
Não seria esse seu modo de lutar?
De falar?

Simplesmente
Dizermos que estaremos ao lado de alguém que julgamos amar
Não é necessariamente estar ao lado.

Porque para se estar ao lado de quem se ama
Não precisa ser dito ou prometido.

Basta um olhar...

Para estar ao lado de quem se ama
Têm que, verdadeiramente, amar
E estar disposto a si mesmo renunciar
Para se fazer presente não apenas de corpo
Mas, de corpo presente;
De alma...
Estando sempre presente,
Mesmo que em silêncio.

Mas, nem sempre aquele que tanto fala
Consegue ouvir os gestos de amor daquele que estar ao seu lado.
Pois, prefere
Palavras, palavras, palavras...
Palavras essas que ecoam vazias,
Pois não têm força de ação.


Por fim,
Sem adeus
Pois não restam mais palavras
Não sendo mais necessário:
Promessas;
Juras;
Ou mesmo o que dizer.

Pois as palavras vão
Com as promessas,
Com as juras;
As palavras passam com os homens,
As palavras vão com os homens.

Esmorece o homem com suas palavras
Pois, indo o homem
Silenciam as palavras vazias
Sem força de ação.

O homem passa...
Restando apenas o amor.

Pois o amor
Não é homem,

Não são palavras,
Não são promessas,
Não são juras...


Rafaella Silveira Sucupiras da Costa.