
Até quando seremos expelidos
do "ventre materno",
jogados a dura sorte da vida?
Até que ponto suportaremos
que a realidade nos roube
a ingenuidade de nossa "doce" infância"?
Como compreenderemos
o mistério paradoxal que cerca
nossa tão breve trajetória?
Aceitaremos facilmente
que horas a vida acalente-nos
como mães calorosas
e horas nos subjugue
com braço de aço e ferro?
Como alcançaremos
o ápice
se em nome do desenvolvimento
é nos arrancada
a sublimidade do conhecimento?
Rafaella Silveira Sucupira da Costa.




